sexta-feira, 17 de julho de 2009
4) DURVAL PEREIRA - 1938/39
4) DURVAL PEREIRA - 1938/39- Tomou posse no dia 13 de junho de 1938. Dotado de certa cultura, dispensou grande ajuda ao ensino primário, pois também era professor, compôs um hino homenageando Goiatuba. Providenciou o levantamento topográfico da cidade, trocou o nome da rua Goiás para Presidente Vargas (nome correto da avenida é Presidente Getúlio Dorneles Vargas). Mudou o nome de Bananeiras para Goiatuba, por esse motivo sofreu com a adversidade de políticos da ocasião, inclusive em artigo escritos em jornal do Rio de Janeiro por Guilherme Xavier de Almeida, então Deputado Federal por Goiás. Notadamente uma página sob o titulo: “Goiatuba, isto é nome que se dá a uma cidade? Durval Pereira ainda sofreu a guerra de outros comentários irônico como aquele de Vasco dos Reis, secretário de Pedro Ludovico na ocasião, que disse: “de Bananeiras para Goiatuba é o mesmo que de banana para goiaba, que é uma fruta muito pior”. A propósito do nome de Goiatuba, quando de sua escolha outros foram sugeridos: Brasília, Itápolis, Goiaçu (que não foi bem aceito porque alguém observara os perigos de serem denominados de goiaçuínos). O professor Durval pereira Organizou e fez o mapa do município e comprou a Ponte Afonso Arantes, sobre o Rio Meia Ponte, liberando-a ao transito público. (Copyright by Wolney Tavares)
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“Durval Pereira nasceu em Japuíba, Estado do Rio de Janeiro, próximo a Angra dos Reis, onde passou a infância. Sua educação foi dada pelo Colégio Anchieta em Nova Friburgo-RJ, o que evidencia uma formação intelectual refinada. Trabalhou durante 14 anos na ferrovia Sul de Minas, na cidade de Leopoldina e Passa Quatro, e aposentou-se por possuir graves problemas respiratórios. Além de ferroviário, destaca-se como poeta, musicista e pintor, conforme alega outro jornal da cidade.
ResponderExcluirA capacidade intelectual desse jornalista já conhecida na cidade, sob outros aspectos diversos. Musicista, pintor e poeta, o seu talento multiforme se manifestará com brilho intenso [...] (O Cruzeirense. Cruzeiro, 30 jul. 1933, n.43). Funda “O Momento”, na cidade de Cruzeiro em 1933, onde residia com sua mulher e seus quatro filhos, mas estreou na imprensa fluminense em sua época de estudante, e escrevia para diversos jornais.
Durval é apontado como a Vanguarda do Comunista na região, pelo delegado de ordem. Podendo subentender, ao confrontar com trecho da uma carta escrita em 10 de novembro de 1933, que a sua militância de esquerda se define ao longo da publicação do jornal.”
Pesquisa e contextualização da Profª. Cláudia Ribeiro Mestra em História